I Am Mother

 

MFC Resenha

 


 

Netflix surpreende a todos com I Am Mother (2019), seu novo filme de ficção científica e um dos melhores títulos originais da plataforma. É a estreia como diretor de Grant Sputore e conta com as atuações de Clara Rugaard, Luke Hawker, Rose Byrne e Hilary Swank.

 

I Am Mother usa elementos de suspense para contar a história da adolescente chamada Filha (Clara Rugaard), que é a primeira da nova geração de humanos e criada por Mãe (Rose Byrne), uma robô projetada para popular novamente a Terra após eventos apocalípticos que destruíram a humanidade.

 

É um filme de ficção científica que não depende muito de cenas de ação, preferindo na realidade explorar lentamente a história, enquanto gera uma atmosfera de tensão. A cinematografia e a direção de I Am Mother são incríveis e deixa claro o promissor futuro de Sputore no gênero.

 

Sem dúvidas, o ponto forte do filme são as atuações. A performance de Clara Rugaard faz com que os espectadores aceitem sem hesitação a afeição que ela sente por Mãe, enquanto o amor da robô por sua filha parece natural graças a voz de Rose Byrne. E essa acolhedora voz marca um contraste interessante com a atuação física de Luke Hawker, que utiliza o traje de Mãe.

 

Ainda que I Am Mother nos dê uma experiência cheia de tensão, o filme não chega a superar propostas parecidas como Ex Machina (Alex Garland, 2015). De qualquer forma, é um excelente acréscimo para a crescente coleção de filmes de ficção científica com uma poderosa temática.

 

 

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