Capone

 

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MFC Resenha

 


Tom Hardy se torna o rei dos gângsteres em Capone, novo filme do diretor Josh Trank.

 

Em Capone, vemos como a demência se apodera dos últimos dias do gângster, após o mesmo cumprir 10 anos de prisão. O filme é estrelado por Tom Hardy como Al “Fonzo” Capone e Linda Cardellini como sua esposa, Mae. O elenco ainda conta com Jack Lowden, Matt Dillon, Noel Fisher, Kyle MacLachlan, Kathrine Narducci, entre outros.

 

 

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Inicialmente sob o título “Fronzo”, Capone nos permite descobrir uma das facetas desconhecidas de Al Capone: o grave detrimento da debilidade mental do gângster no fim da vida. O filme tem um estilo narrativo confuso, apesar da sua criatividade e da exploração de uma parte pouco conhecida da história de Al Capone. A edição do filme causa uma sensação de ligeireza, mas sem uma trama interessante o suficiente para criar um clímax de acordo.

 

Tom Hardy teve a difícil tarefa de expressar as condições de uma pessoa com demência e, apesar de ter momentos de exagero, a atuação de Hardy é um dos aspectos mais interessantes do filme, assim como a da Linda Cardellini, cujo personagem porta-se como um guia da história.

 

Josh Trank é conhecido pelo seus filmes controversos como Poder Sem Limites (2012), sendo este a sua estreia como diretor e um sucesso de bilheteria, e Quarteto Fantástico (2015), um dos piores filmes de super-herói que existe. Agora, Capone faz parte do seu catálogo de controvérsias como um filme polêmico, porém pode ser interessante para os seguidores de true crime ou do Al Capone.

 

 

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